Pega Na Mentira!

By: Luccas

Assoprar o jogo

Essa daqui ainda faz sucesso entre os jogadores que relembram com muito carinho da época em que os cartuchos (ou fitas) de videogame dominavam as suas prateleiras e uma das ferramentas mais utilizadas para assegurar a jogatina era uma boa baforada sobre delicados circuitos eletrônicos.

Um período da história na qual a má conexão do cartucho, causada por uma mísera partícula de poeira alojada entre os pinos do circuito do jogo poderia ocasionar algum transtorno para os jogadores.

Entretanto não há motivo para pânico, afinal de contas bastava encher os pulmões de ar e assoprar fortemente o cartucho e a entrada do videogame.

Pega na mentira!

Funciona nada, pelo contrário, prejudica. Você até pode estar removendo uma eventual “poeirinha” alojada dentro do console ou do cartucho, entretanto a umidade presente na sua respiração irá promover a corrosão dos pinos, causando danos irreparáveis ao cartucho.

Nesse caso o melhor mesmo é passar um bastonete com algodões em suas pontas (vulgo cotonete) com um pouco de álcool — já que essa substância é muito volátil e portanto evapora rapidamente.

O mistério da entrada inferior do Nintendinho

Quem soprou cartuchos do NES certamente já se deparou com essa pergunta. O bom e velho, Nintendo Entertainment System trazia uma entrada (muito bem escondida) na parte inferior do console — sendo que a mesma entrada misteriosa também aparece na base do SNES e Nintendo 64.

Reza a lenda que tal porta poderia ser utilizada para rodar cartuchos do grande rival, o Mega Drive, ou quem sabe até mesmo do Master System.

Pega na mentira!

Tudo lenda. Mas para que servia então? Na verdade a entrada servia para uma espécie de link para múltiplos videogames, isso mesmo uma espécie de NES LAN que permitiria a conexão de vários consoles para incríveis partidas multiplayer. Infelizmente a ideia nunca saiu do papel, pelo menos no ocidente.

Vira o Play ai!

Essa é um pouco mais recente e se aplica não apenas ao PlayStation original, mas também ao seu irmão mais novo, o PlayStation 2. A premissa da história é de que se você virasse o seu videogame de cabeça para baixo ele seria capaz de rodar jogos que antes travavam o console.

Outras lendas mais fantásticas pregavam que tal procedimento acrobático fazia com que o PSOne rodasse jogos do PS2 (simplesmente negando todos os avanços tecnológicos presentes no console de sexta geração da Sony).

Pega na mentira!

Enquanto a primeira afirmação apresenta um resquício de verdade a segunda é a maior falácia da história dos eletrônicos. É verdade que o PSOne podia apresentar alguns problemas na leitura de alguns CDs (depois de muito tempo de uso — isso que era videogame reforçado, lia qualquer tipo de mídia, por pior que fosse) e que um re-alinhamento do canhão laser do console — uma alternativa extremamente arriscada —realmente poderia funcionar.

Mas não há posição que consiga fazer um PSOne rodar disco do PS2. Você pode levar o seu videogame para a Lua e coloca-lo de lado em cima de uma caixa de imãs que o videogame nunca vai ser capaz de ler um DVD.

A nudez mentirosa

Desde que a musa Lara Croft apareceu na primeira edição da franquia Tomb Raider, milhões jogadores púberes procuram pelo macete capaz de deixar a aristocrata com pretensões a Indiana Jones nua.

Fechar o jogo em menos de trinta minutos, terminar todas as fases utilizando somente as suas pistolas, não utilizar os botões L1, R1, L2 e R2 ao longo de todo o jogo, executar o percurso de obstáculos em menos de 1 minuto e tantos outros.

Pega na mentira!

Isso mesmo, não há nenhuma forma de jogar com a beldade virtual presente nas versões originais da série Tomb Raider. O que existe é um patch não oficial chamado Nude Raider que remove as roupas da heroína.

Lembrando que os criadores do tal patch foram processados pela Eidos — criadora do jogo — que acabaram tirando o site do ar. Entretanto o estrago já estava feito e até hoje o patch circula pela internet, mas vale lembrar que isso não está presente no jogo original e não pode ser ativado através de alguma manha secreta (como muitas lendas afirmam).

Proibido para menores!

Desserviço público

A franquia Grand Theft Auto certamente tem sua cota de controvérsias e de algumas lendas envolvendo as várias edições da série. Mas deixando um pouco de lado o Pé Grande de San Andreas ou os alienígenas de Vice City, vamos falar um pouco das grandes mentiras que os outros contam sobre o jogo.

Isso mesmo, aquelas histórias de que GTA é um jogo do mal, que faz com que os jogadores estuprem mulheres, atropelem pessoas para ganhar pontos e que promove a violência sem conquências.

Pega na mentira!

O que “eles” não querem que você saiba sobre GTA é que em nenhuma das edições da franquia é possível estuprar alguém, sendo que toda e qualquer forma de sexo presente nos jogos da série só acontece com consentimento dos envolvidos.

Outra história da carrochina é de que você ganha pontos por atropelar as pessoas na rua. Desde que os jogos passaram a contar com gráficos 3D não há nenhum sistema de pontuação atrelado ao ato de atropelar um pedestre.

E a maior de todas a mentiras, GTA promove a violência ao mostrar que o protagonista não sofre nenhuma conseqüência. Quem já jogou sabe, que até mesmo ultrapassar um sinal vermelho é justificativa para que a polícia prenda o jogador.

Polybius, a grande conspiração

Atento à corrupção da juventude estadunidense pela onda dos videogames, o governo dos Estados Unidos encomendou uma série de estudos comportamentais relacionados ao hábitos dos jogadores.

O FBI a CIA, a NSA e outras siglas burocráticas realizaram uma pesquisa que trouxe uma comprovação, os videogames destroem a juventude da América. Para sanar esse problema e acabar com a subversão dos jovens o governo desenvolveu uma máquina de fliperamama capaz de influenciar a mente dos jogadores.

Eis que surgia o mítico arcade chamado Polybios. Entretanto a experiência deu errada e todos que jogavam acabavam entrando em um surto psicótico e em poço tempo recebiam a visita de misteriosos homens vestido de preto, para nunca mais ser visto.

Pega na mentira!

Bem talvez o agente Mulder (Arquivo X) tenha a verdadeira resposta para essa pergunta, ou quem sabe Dr. Bishop (Fringe), mas até hoje não existe nenhuma ligação oficial do governo dos Estados Unidos com uma possível conspiração dos videogames.

Na verdade nunca foi visto uma máquina sequer do suposto Polybios. A única vez que o arcade apareceu foi em um episódio dos Simpsons.

A foice e o martelo!

Ele é um operário (encanador), luta pelo povo contra reis opressores, usa uma boina vermelha, parece com o Stalin e é o maior mascote do mundo dos videogames. Uma das lendas virtuais dos videogames é a de que Mario (isso mesmo, o carismático encanador italiano da Nintendo) é na verdade um agente comunista promovendo a revolução do proletariado.

A semelhança com o bigodudo mor do comunismo (Joseph Stalin) é outro indício de que Mario é do partido. Além disso, o revolucionário ainda sai por ai arrancando a bandeira da opressão (literalmente) e substituindo-a por um estandarte com a estrela vermelha.

Pega na mentira!

Tudo não passa de coincidência, entretanto… A única pessoa que sabe se ele é vermelho ou não é o Myiamoto, pai do personagem. Mas não, aparentemente tudo não passa de uma grande brincadeira.

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